Defesa Prévia de Autuação Recurso de Multa – 1ª Instância (JARI) Recurso de Multa – 2ª Instância (CETRAN/CONTRANDIFE) Recurso de Suspensão da CNH por Pontuação Recurso de Suspensão por Infração Específica Recurso de Cassação da CNH (Art. 263) Recurso Lei Seca (Art. 165) Recurso por Recusa ao Bafômetro (Art. 165-A) Recurso por Excesso de Velocidade (Art. 218) Recurso por Velocidade acima de 50% Recurso de Radar/Lombada Eletrônica Recurso por Avanço de Sinal Vermelho (Art. 208) Recurso por Uso de Celular ao Volante (Art. 252) Recurso por Cinto de Segurança (Art. 167) Recurso por Faixa Exclusiva de Ônibus (Art. 184) Recurso por Conversão/Retorno Proibidos (Art. 207) Recurso por Parar na Faixa de Pedestres Recurso por Estacionamento Irregular/Zona Azul Recurso por Vaga de Idoso/PcD Recurso por Parada/Estacionamento em Local Proibido (Art. 181) Recurso por Transitar no Acostamento (Art. 193) Recurso por Ultrapassagem em Local Proibido (Art. 203) Recurso por Farol Apagado em Rodovia Recurso por Rodízio Municipal (SP) Recurso por Documentação/CRLV (quando cabível) Recurso por Placa Irregular/Indevida Recurso por Som/Descarga (Art. 228) Recurso por Transporte de Crianças (Art. 168) Recurso para Motorista Profissional (Lei 13.103) Recurso NIC – Não Identificação do Condutor (Art. 257 §7º) Recurso por Equipamentos Obrigatórios (faróis/pneus) Recurso por Motociclista (capacete/visores – Art. 244) Recurso por Excesso de Carga/Peso (Art. 231) Recurso de Multas Municipais/Estaduais/Federais Protocolo Emergencial de Recurso Defesa Prévia de Autuação Recurso de Multa – 1ª Instância (JARI) Recurso de Multa – 2ª Instância (CETRAN/CONTRANDIFE) Recurso de Suspensão da CNH por Pontuação Recurso de Suspensão por Infração Específica Recurso de Cassação da CNH (Art. 263) Recurso Lei Seca (Art. 165) Recurso por Recusa ao Bafômetro (Art. 165-A) Recurso por Excesso de Velocidade (Art. 218) Recurso por Velocidade acima de 50% Recurso de Radar/Lombada Eletrônica Recurso por Avanço de Sinal Vermelho (Art. 208) Recurso por Uso de Celular ao Volante (Art. 252) Recurso por Cinto de Segurança (Art. 167) Recurso por Faixa Exclusiva de Ônibus (Art. 184) Recurso por Conversão/Retorno Proibidos (Art. 207) Recurso por Parar na Faixa de Pedestres Recurso por Estacionamento Irregular/Zona Azul Recurso por Vaga de Idoso/PcD Recurso por Parada/Estacionamento em Local Proibido (Art. 181) Recurso por Transitar no Acostamento (Art. 193) Recurso por Ultrapassagem em Local Proibido (Art. 203) Recurso por Farol Apagado em Rodovia Recurso por Rodízio Municipal (SP) Recurso por Documentação/CRLV (quando cabível) Recurso por Placa Irregular/Indevida Recurso por Som/Descarga (Art. 228) Recurso por Transporte de Crianças (Art. 168) Recurso para Motorista Profissional (Lei 13.103) Recurso NIC – Não Identificação do Condutor (Art. 257 §7º) Recurso por Equipamentos Obrigatórios (faróis/pneus) Recurso por Motociclista (capacete/visores – Art. 244) Recurso por Excesso de Carga/Peso (Art. 231) Recurso de Multas Municipais/Estaduais/Federais Protocolo Emergencial de Recurso

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Recursos de multas com humano especialista e linguagem clara. Você paga 10% do valor da multa (mín. R$ 30) e recebe o recurso em PDF pelo WhatsApp.

  • CNH em risco
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  • Recurso à JARI
  • Recurso de 2º Grau
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  • Especialistas humanos
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Vantagens e desvantagens de contratar um especialista para recorrer

Compare os benefícios de contar com a Recorra Direito e os riscos de tentar sozinho.

Vantagens

Benefícios de contratar um especialista

  • Argumentação técnica com base no CTB e resoluções do Contran.
  • Maior chance de deferimento em defesa prévia e recursos (1ª e 2ª instância).
  • Gestão completa de prazos, documentos e protocolos.
  • Estratégia personalizada para evitar pontos, suspensão e cassação quando possível.
  • Análise de viabilidade e custo-benefício antes de avançar.
  • Identificação de falhas formais (notificação, sinalização, equipamento) que fortalecem a defesa.
  • Atendimento online e acessível em todo o Brasil.
Falar com um especialista
Desvantagens

Riscos de não contratar um especialista

  • Maior chance de indeferimento por argumentos genéricos ou incorretos.
  • Perda de prazos (defesa prévia/1ª/2ª instância) e de oportunidades processuais.
  • Documentação incompleta ou fora do padrão, podendo invalidar a defesa.
  • Risco maior de pontos na CNH, suspensão ou cassação.
  • Tempo e estresse para lidar com burocracia e linguagem técnica.
  • Possível perda de instrumentos como pedir efeito suspensivo quando cabível.
Transparência sempre: antes de qualquer contratação, avaliamos a viabilidade real do seu caso.
Avaliar custo-benefício
*Cada caso é único. A análise técnica indica a melhor estratégia e a real viabilidade do recurso.

Não pague.

Avalie tecnicamente antes de pagar. Se houver fundamento, recorra.

Falar com um especialista agora *Conteúdo informativo. Cada caso exige análise técnica.

Perguntas Frequentes sobre Recursos de Multas, CNH e Direito de Trânsito

Escolha um tema para ver as dúvidas mais comuns. Explicamos prazos, documentos, radar e velocidade, Lei Seca, suspensão e cassação da CNH, indicação de condutor e muito mais — tudo com linguagem clara e foco prático.

O sistema soma pontos por infração cometida dentro de uma janela temporal definida. Ao atingir ou ultrapassar o limite legal, o órgão instaura processo administrativo de suspensão, podendo variar por reincidência e natureza das infrações. Em alguns casos, uma única infração específica já desencadeia o processo, independentemente do total de pontos.

A defesa analisa prazos, notificações e fundamentos para contestar o auto ou o processo de suspensão, buscando nulidades ou desproporcionalidades, e pedindo efeito suspensivo quando cabível.

Os pontos possuem validade e deixam de contar após o período legal. É possível consultar o prontuário em portais oficiais do Detran/Serpro. Manter endereço atualizado e acompanhar notificações evita surpresas.

Em caso de risco de suspensão, uma avaliação técnica identifica infrações com melhor perspectiva de defesa para reduzir impacto no somatório.

Em regra, cada infração válida soma pontos. Porém, a análise técnica verifica duplicidades, falhas de notificação e enquadramento, além de eventuais situações de continuidade ou autuações irregulares que podem ser afastadas.

Recorrer corretamente pode retirar autos inválidos do cômputo, evitando atingir o limite para suspensão.

Em cenários específicos, há cursos que podem trazer benefícios ao prontuário, observadas as regras do Detran e os requisitos de elegibilidade. Isso não substitui o direito de defesa contra infrações indevidas.

A Recorra Direito orienta a melhor combinação entre medidas preventivas e recursais, conforme seu histórico.

O pagamento quita o valor, mas, se a autuação estiver válida, os pontos são lançados normalmente. Pagar não significa abrir mão do recurso, salvo quando a plataforma exige renúncia para manter desconto — algo que deve ser verificado antes.

Se o recurso for deferido, pode haver restituição do valor conforme regras do órgão.

O principal é agir rápido, recorrendo de autuações com base técnica, acompanhando prazos e mantendo documentação organizada. Também é essencial revisar notificações e possíveis nulidades (prazo, identificação, enquadramento).

Uma análise estratégica seleciona as teses mais fortes, reduz o somatório de pontos e preserva a sua habilitação dentro da lei.

Defesa prévia foca vícios formais e requisitos do auto/notificação. Na 1ª instância (JARI), já se discute mérito e legalidade com base em provas. A 2ª instância (CETRAN/CONTRANDIFE) revisa a decisão, podendo reformá-la.

Em cada etapa, a estratégia e a documentação são ajustadas para aumentar a chance de deferimento.

Sim. Após a imposição da penalidade, abre-se prazo para recurso em 1ª instância. Nessa fase, apresentamos argumentos de mérito e provas complementares, respeitando as exigências formais do órgão.

É recomendável agir logo para não perder a nova janela de defesa.

Clareza na narrativa, base legal correta, provas pertinentes (fotos, laudos, certidões) e cumprimento estrito de prazos e formulários. Teses genéricas tendem a serem indeferidas.

A especialização ajuda a identificar vícios relevantes e a organizar o material de forma convincente.

Não automaticamente. Em certos casos, pode-se pedir efeito suspensivo, mas a concessão é discricionária. Sem esse efeito, podem persistir exigências até a decisão.

A avaliação técnica indica quando vale pleitear a suspensão dos efeitos para evitar prejuízos enquanto se aguarda o julgamento.

Via de regra, a 2ª instância revisa o que foi apreciado. Contudo, quando há justificativa plausível (documento indisponível antes, fato superveniente), é possível pleitear a juntada — sujeito às regras do órgão.

Indicamos quando isso é estratégico e viável.

Encerrada a via administrativa, resta avaliar a via judicial, que exige outra lógica (provas, custo, risco/benefício). Não é automático; depende da relevância jurídica e do impacto prático para você.

Nossa equipe explica cenários, custos e probabilidade de êxito com transparência.

Há prazos para expedição/entrega, e falhas podem gerar nulidade. Porém, os órgãos costumam comprovar tentativa de entrega no endereço cadastrado. Se você não atualizou seus dados, a nulidade fica mais difícil.

Analisamos o rastreio e a documentação para sustentar a tese quando for juridicamente cabível.

Varia por fase (defesa prévia, 1ª e 2ª instância) e por órgão autuador. A contagem está na notificação e nos regulamentos. Perder o prazo reduz drasticamente as chances de reversão.

Recomendamos enviar com antecedência e guardar comprovantes do protocolo.

Em regra, quando o prazo final recai em dia sem expediente, prorroga para o próximo dia útil, mas verifique a norma específica do órgão. Protocolos eletrônicos podem aceitar envio em feriados.

Sempre valide na notificação e no portal oficial para evitar dúvidas.

Guarde recibos, prints do protocolo eletrônico, AR dos Correios e quaisquer comprovantes com data/hora. Em disputa, isso costuma ser decisivo.

Nossa orientação inclui checklists de envio e conferência de anexos.

É possível pleitear quando o erro for do poder público (ex.: endereço indevidamente desatualizado por falha administrativa). A aceitação é excepcional e precisa de prova robusta.

Fazemos a peça demonstrando o prejuízo e a necessidade de devolução do prazo.

Quase todos os órgãos possuem consulta online por número de auto/RENAVAM/CNH. Também é possível acompanhar por e-mail/sms quando disponível. Informe-se na notificação.

Monitoramos etapas e avisamos sobre novas exigências ou prazos.

Verificamos se o equipamento tinha aferição vigente, se a sinalização estava adequada, a distância entre placas, a visibilidade e a coerência do registro. Falhas podem comprometer a prova de velocidade.

Requeremos documentos técnicos e articulamos a defesa com base nas normas do Inmetro e do Contran.

Sim. Há aplicação de margens/tolerâncias técnicas. A ausência de informação clara ou cálculo equivocado pode ser apontada no recurso, impactando o enquadramento.

Checamos o auto e as tabelas para confirmar se o procedimento foi correto.

As exigências de sinalização, posicionamento e aferição podem variar conforme o tipo. Em ambos, é preciso comprovar conformidade técnica e legal.

A defesa explora peculiaridades do local, do equipamento e do método de medição.

Se a sinalização não atende padrões de visibilidade, posição e repetição, pode haver vício. Documentamos com fotos, croqui e normas técnicas para demonstrar prejuízo ao condutor.

O contexto (horário, iluminação, obstruções) também é relevante.

Nos casos de medição eletrônica, a imagem costuma integrar a prova. Ausência, baixa qualidade ou metadados inconsistentes podem ser questionados.

Solicitamos o conjunto probatório para análise técnica completa.

Alterações temporárias exigem sinalização reforçada e coerente com o risco. Multas em períodos de transição demandam exame criterioso de placas, comunicação ao condutor e documentos do órgão.

Comprovada deficiência, a defesa ganha força.

A recusa tem consequências legais, mas o procedimento deve respeitar formalidades e garantir defesa. Avaliamos se houve abordagem regular, ciência dos direitos e documentação correta.

Erros no auto, falhas de prova ou de procedimento podem fundamentar o recurso.

Dependendo do caso, a comprovação pode envolver exames complementares e laudos. A ausência de cadeia de custódia, inconsistências ou negativa injustificada podem ser questionadas.

A defesa analisa a suficiência da prova e o respeito às normas.

Problemas em identificação do agente, horários, local, termo de constatação, ausência de informações mínimas e irregularidades no registro fotográfico são recorrentes.

Comprovar o vício e o prejuízo à ampla defesa é essencial para o êxito.

Depende do efeito suspensivo e do estágio processual. Sem a suspensão, medidas restritivas podem vigorar. Checamos seu prontuário e pedimos o sobrestamento quando houver base.

Agir cedo reduz risco de complicações no cotidiano.

Na 2ª instância, reforçamos pontos não enfrentados e lapidamos a narrativa probatória. A composição do colegiado é distinta e pode reformar a decisão.

Documentos e vícios antes pouco explorados ganham destaque.

Em certos casos, sim. A via judicial avalia legalidade do ato e do processo. Exige análise de risco/benefício, custos e provas robustas.

Explicamos cenários com transparência antes de qualquer passo.

Placas precisam assegurar entendimento claro do condutor. Se estiverem obstruídas, danificadas ou conflitando com outra, há indício de vício na sinalização.

Fotos do local, mapas e normas técnicas fortalecem o pedido de nulidade.

É comum haver falhas de comunicação, app instável ou máquinas indisponíveis. A defesa demonstra boa-fé, tentativa de pagamento e eventuais inconsistências do sistema.

Comprovantes, prints e relatos ajudam a construir a tese.

Emergência real pode ensejar excludente, mas precisa de prova: boletins, fotos, notas de atendimento. Sem documentação, a tese perde força.

Avaliaremos a narrativa e a coerência com o conjunto probatório.

Quando a autuação é questionável, os custos decorrentes também podem ser objeto de pleito, conforme resultado do processo. Nem sempre há devolução automática.

Orientamos a via adequada e a documentação exigida.

Áreas de operação especial exigem placas claras quanto a horários e categorias. Ambiguidade e falta de padronização abrem espaço para recurso.

Registramos a situação e enquadramos conforme normas locais e do Contran.

Sim, sobretudo em casos de sinalização deficiente, mudança recente sem comunicação adequada ou necessidade comprovada (ex.: desvio). Mas são teses sensíveis e dependem de prova.

A análise técnica indica viabilidade e estratégia.

Falhas de sistemas podem acontecer. O ideal é portar alternativas (PDF salvo, prints). Em autuações por ausência do documento, analisamos se houve prejuízo real e se o agente poderia consultar o sistema.

Defesas apontam razoabilidade e boa-fé do condutor.

Em regra, é infração objetiva. Contudo, podem existir situações excepcionais (erros cadastrais, pagamentos não reconhecidos, indisponibilidade). É preciso prova documental.

Indicamos o caminho para regularização e, quando cabível, defesa.

Sim, até a efetivação, notificações podem ir ao proprietário anterior. Há medidas para apontar o responsável e evitar prejuízos, incluindo envio de comprovantes de venda/CRV.

Cada órgão possui procedimento; orientamos a documentação necessária.

É caso sério e requer boletim de ocorrência, fotos do veículo, laudos e requerimentos ao Detran para troca de placas e anulação das autuações indevidas.

Atuamos na organização do dossiê e no protocolo junto aos órgãos competentes.

Infrações de segurança são mais difíceis, mas ainda assim verificamos se houve abordagem correta, fotos, descrição suficiente e se a irregularidade existia de fato.

Quando há contradições, a defesa pode prosperar.

Dependendo do caso, cabe pedir prioridade/medida cautelar para reduzir impacto econômico, especialmente quando a autuação é discutível ou há risco de dano grave.

Analisamos o cenário e elaboramos requerimentos específicos.

Suspensão é temporária, após a qual o condutor cumpre requisitos para voltar a dirigir. Cassação é mais grave, exige novo processo de habilitação após o prazo.

Ambas exigem devido processo legal e são passíveis de defesa técnica.

Leia a notificação inteira, identifique prazos e órgãos responsáveis. Reúna documentos, histórico e eventuais provas. Quanto antes a defesa for planejada, maior a chance de êxito.

Podemos pedir efeito suspensivo quando cabível, para evitar danos enquanto tramita.

Sim, muitas nulidades são detectadas ao reconstituir o histórico: prazos, notificações, vícios do ato. Mesmo antigo, o processo pode conter falhas relevantes.

Analisamos a viabilidade e os caminhos para cada cenário.

Depende do efeito suspensivo e do status da CNH. Sem suspensão dos efeitos, dirigir pode gerar nova autuação. Avaliamos medidas para mitigar impactos até a decisão.

O acompanhamento próximo evita violações acidentais.

Encerrada a esfera administrativa, estudamos a via judicial, desde que haja fundamentos consistentes. A decisão considera risco, custos e potencial de reversão.

Apresentamos um parecer claro antes de qualquer passo.

O curso é requisito para reaver o direito de dirigir em casos de suspensão, mas não substitui o cumprimento do prazo ou as decisões do processo.

Indicamos o momento correto para cada etapa, evitando retrabalho.

Respeite o prazo e apresente formulários e documentos exigidos (proprietário e condutor). Assinaturas e, às vezes, reconhecimento de firma são requeridos.

Erros formais são a principal causa de indeferimento.

Não. A indicação deve refletir quem efetivamente dirigia e possui habilitação compatível. Indicações falsas geram responsabilização e novas infrações.

A orientação é sempre pela veracidade e pela prova idônea.

Sem indicação tempestiva, os pontos costumam ir ao proprietário. Em casos específicos, buscamos medidas alternativas, mas a aceitação é restrita.

Aja rápido para não perder outras etapas de defesa.

As responsabilidades se distribuem conforme o contrato e o registro do proprietário perante o órgão. Documentos do arranjo são úteis na defesa e na correta indicação.

Analisamos o caso para evitar pontos indevidos.

Em regra, o condutor no momento do fato. Para veículos alugados, contratos e termos de uso ajudam a definir responsabilidades e provar quem estava na condução.

A indicação correta evita acúmulo injusto de pontos.

Revise se a indicação atendeu a todos os requisitos formais e se foi protocolada em prazo. Comprovantes e AR são decisivos para correção do prontuário.

Ingressamos com requerimento de ajuste e, se necessário, recurso.

Praticamos valores acessíveis e transparentes. O preço depende da fase (defesa prévia, 1ª, 2ª instância), da complexidade e da urgência. Sempre informamos o custo-benefício estimado antes de fechar.

Sem surpresas: contrato claro e comunicação contínua.

Sim. Coletamos documentos de forma digital, orientamos passo a passo e protocolamos nos canais oficiais. Quando necessário, explicamos envios físicos.

Acompanhe tudo pelo seu celular ou computador.

Não. A decisão é da autoridade. O que garantimos é análise técnica séria, tese bem construída e cumprimento rigoroso dos requisitos. Essa combinação aumenta a chance de êxito.

Transparência sempre: se não valer a pena, diremos.

Envie a notificação/auto, CNH, CRLV e um breve relato dos fatos (com fotos se tiver). Em seguida, indicamos a viabilidade, o plano e os próximos passos.

O retorno é rápido e orienta a decisão com segurança.

Montamos o dossiê, redigimos a defesa, protocolamos e acompanhamos o processo. Você recebe atualizações a cada movimento relevante e instruções quando for preciso agir.

Nosso objetivo é simplificar sua vida e proteger sua CNH.

Em multas de baixo impacto, com prova robusta e custo superior ao benefício, pode não compensar. Nesses casos, recomendamos regularizar e focar em prevenir novas autuações.

A honestidade faz parte do nosso atendimento.

Falar com um especialista agora *Conteúdo informativo. A decisão é da autoridade e cada caso precisa de análise técnica.

Como funcionam os preços

Você paga 10% do valor da multa (mínimo R$ 30,00) por recurso elaborado por humano especialista. Entregamos em PDF, via WhatsApp, com lista de documentos e instruções simples para protocolar.

Simule seu preço

10% (mín. R$ 30)
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Seu preço R$ 0,00
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Exemplos práticos

Transparente
  • Multa de R$ 880,41 Preço do recurso: R$ 88,04
  • Multa de R$ 195,23 Preço do recurso: R$ 30,00 (mínimo)
  • Entrega em PDF via WhatsApp Você protocola no órgão (passo a passo incluso)
Equipe analisando casos e exemplos reais
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Prazos estimados e bônus

Vantagens
  1. 1ª análise
    Recurso – 1ª instância (JARI) Prazo médio: ≈ 4 meses
  2. 2ª análise
    Recurso – 2ª instância (CETRAN/CONTRANDIFE) Prazo médio: ≈ 8 meses
  3. 3ª análise
    Etapa final Prazo médio: ≈ 12 meses
Bônus de cortesia

Se o seu recurso for julgado em menos de 90 dias, você ganha outro recurso de cortesia.

*Prazos médios baseados em experiências anteriores; podem variar conforme órgão e demanda.
Entender prazos e bônus
Defesa Prévia de Autuação Recurso de Multa – 1ª Instância (JARI) Recurso de Multa – 2ª Instância (CETRAN/CONTRANDIFE) Recurso de Suspensão da CNH por Pontuação Recurso de Suspensão por Infração Específica Recurso de Cassação da CNH (Art. 263) Recurso Lei Seca (Art. 165) Recurso por Recusa ao Bafômetro (Art. 165-A) Recurso por Excesso de Velocidade (Art. 218) Recurso por Velocidade acima de 50% Recurso de Radar/Lombada Eletrônica Recurso por Avanço de Sinal Vermelho (Art. 208) Recurso por Uso de Celular ao Volante (Art. 252) Recurso por Cinto de Segurança (Art. 167) Recurso por Faixa Exclusiva de Ônibus (Art. 184) Recurso por Conversão/Retorno Proibidos (Art. 207) Recurso por Parar na Faixa de Pedestres Recurso por Estacionamento Irregular/Zona Azul Recurso por Vaga de Idoso/PcD Recurso por Parada/Estacionamento em Local Proibido (Art. 181) Recurso por Transitar no Acostamento (Art. 193) Recurso por Ultrapassagem em Local Proibido (Art. 203) Recurso por Farol Apagado em Rodovia Recurso por Rodízio Municipal (SP) Recurso por Documentação/CRLV (quando cabível) Recurso por Placa Irregular/Indevida Recurso por Som/Descarga (Art. 228) Recurso por Transporte de Crianças (Art. 168) Recurso para Motorista Profissional (Lei 13.103) Recurso NIC – Não Identificação do Condutor (Art. 257 §7º) Recurso por Equipamentos Obrigatórios (faróis/pneus) Recurso por Motociclista (capacete/visores – Art. 244) Recurso por Excesso de Carga/Peso (Art. 231) Recurso de Multas Municipais/Estaduais/Federais Protocolo Emergencial de Recurso Defesa Prévia de Autuação Recurso de Multa – 1ª Instância (JARI) Recurso de Multa – 2ª Instância (CETRAN/CONTRANDIFE) Recurso de Suspensão da CNH por Pontuação Recurso de Suspensão por Infração Específica Recurso de Cassação da CNH (Art. 263) Recurso Lei Seca (Art. 165) Recurso por Recusa ao Bafômetro (Art. 165-A) Recurso por Excesso de Velocidade (Art. 218) Recurso por Velocidade acima de 50% Recurso de Radar/Lombada Eletrônica Recurso por Avanço de Sinal Vermelho (Art. 208) Recurso por Uso de Celular ao Volante (Art. 252) Recurso por Cinto de Segurança (Art. 167) Recurso por Faixa Exclusiva de Ônibus (Art. 184) Recurso por Conversão/Retorno Proibidos (Art. 207) Recurso por Parar na Faixa de Pedestres Recurso por Estacionamento Irregular/Zona Azul Recurso por Vaga de Idoso/PcD Recurso por Parada/Estacionamento em Local Proibido (Art. 181) Recurso por Transitar no Acostamento (Art. 193) Recurso por Ultrapassagem em Local Proibido (Art. 203) Recurso por Farol Apagado em Rodovia Recurso por Rodízio Municipal (SP) Recurso por Documentação/CRLV (quando cabível) Recurso por Placa Irregular/Indevida Recurso por Som/Descarga (Art. 228) Recurso por Transporte de Crianças (Art. 168) Recurso para Motorista Profissional (Lei 13.103) Recurso NIC – Não Identificação do Condutor (Art. 257 §7º) Recurso por Equipamentos Obrigatórios (faróis/pneus) Recurso por Motociclista (capacete/visores – Art. 244) Recurso por Excesso de Carga/Peso (Art. 231) Recurso de Multas Municipais/Estaduais/Federais Protocolo Emergencial de Recurso

Por que nosso preço é melhor

Estratégia, clareza e eficiência: você paga apenas 10% do valor da multa (mínimo R$ 30,00) e recebe o recurso personalizado, pronto para protocolar.

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Efeito suspensivo: ao protocolar no prazo, o caso pode seguir com efeito suspensivo, permitindo emitir o CRLV e até vender o veículo enquanto o processo tramita.*

*Sujeito às regras do órgão e à fase processual aplicável.
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Sobre a Recorra Direito

Especialistas em recursos de multas e proteção da sua CNH — atendimento humano, técnico e acessível para todo o Brasil.

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Qualidades que nos definem

Atuamos exclusivamente com defesa de trânsito — da defesa prévia à 1ª e 2ª instâncias — combinando estratégia jurídica, linguagem clara e orientação passo a passo. Nosso compromisso é simplificar sua jornada e proteger seu direito de dirigir.

  • Especialização real em multas, suspensão e cassação de CNH.
  • Atendimento 100% online em todo o país, com prazos e protocolos no tempo certo.
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Prazos no controle Estratégia técnica Atuação nacional
Equipe de advogados da Recorra Direito no escritório, trabalhando nos recursos
Equipe dedicada, processos claros e acompanhamento próximo do seu caso.
Defesa Prévia de Autuação Recurso de Multa – 1ª Instância (JARI) Recurso de Multa – 2ª Instância (CETRAN/CONTRANDIFE) Recurso de Suspensão da CNH por Pontuação Recurso de Suspensão por Infração Específica Recurso de Cassação da CNH (Art. 263) Recurso Lei Seca (Art. 165) Recurso por Recusa ao Bafômetro (Art. 165-A) Recurso por Excesso de Velocidade (Art. 218) Recurso por Velocidade acima de 50% Recurso de Radar/Lombada Eletrônica Recurso por Avanço de Sinal Vermelho (Art. 208) Recurso por Uso de Celular ao Volante (Art. 252) Recurso por Cinto de Segurança (Art. 167) Recurso por Faixa Exclusiva de Ônibus (Art. 184) Recurso por Conversão/Retorno Proibidos (Art. 207) Recurso por Parar na Faixa de Pedestres Recurso por Estacionamento Irregular/Zona Azul Recurso por Vaga de Idoso/PcD Recurso por Parada/Estacionamento em Local Proibido (Art. 181) Recurso por Transitar no Acostamento (Art. 193) Recurso por Ultrapassagem em Local Proibido (Art. 203) Recurso por Farol Apagado em Rodovia Recurso por Rodízio Municipal (SP) Recurso por Documentação/CRLV (quando cabível) Recurso por Placa Irregular/Indevida Recurso por Som/Descarga (Art. 228) Recurso por Transporte de Crianças (Art. 168) Recurso para Motorista Profissional (Lei 13.103) Recurso NIC – Não Identificação do Condutor (Art. 257 §7º) Recurso por Equipamentos Obrigatórios (faróis/pneus) Recurso por Motociclista (capacete/visores – Art. 244) Recurso por Excesso de Carga/Peso (Art. 231) Recurso de Multas Municipais/Estaduais/Federais Protocolo Emergencial de Recurso Defesa Prévia de Autuação Recurso de Multa – 1ª Instância (JARI) Recurso de Multa – 2ª Instância (CETRAN/CONTRANDIFE) Recurso de Suspensão da CNH por Pontuação Recurso de Suspensão por Infração Específica Recurso de Cassação da CNH (Art. 263) Recurso Lei Seca (Art. 165) Recurso por Recusa ao Bafômetro (Art. 165-A) Recurso por Excesso de Velocidade (Art. 218) Recurso por Velocidade acima de 50% Recurso de Radar/Lombada Eletrônica Recurso por Avanço de Sinal Vermelho (Art. 208) Recurso por Uso de Celular ao Volante (Art. 252) Recurso por Cinto de Segurança (Art. 167) Recurso por Faixa Exclusiva de Ônibus (Art. 184) Recurso por Conversão/Retorno Proibidos (Art. 207) Recurso por Parar na Faixa de Pedestres Recurso por Estacionamento Irregular/Zona Azul Recurso por Vaga de Idoso/PcD Recurso por Parada/Estacionamento em Local Proibido (Art. 181) Recurso por Transitar no Acostamento (Art. 193) Recurso por Ultrapassagem em Local Proibido (Art. 203) Recurso por Farol Apagado em Rodovia Recurso por Rodízio Municipal (SP) Recurso por Documentação/CRLV (quando cabível) Recurso por Placa Irregular/Indevida Recurso por Som/Descarga (Art. 228) Recurso por Transporte de Crianças (Art. 168) Recurso para Motorista Profissional (Lei 13.103) Recurso NIC – Não Identificação do Condutor (Art. 257 §7º) Recurso por Equipamentos Obrigatórios (faróis/pneus) Recurso por Motociclista (capacete/visores – Art. 244) Recurso por Excesso de Carga/Peso (Art. 231) Recurso de Multas Municipais/Estaduais/Federais Protocolo Emergencial de Recurso
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